Ferramentas de banco de dados

SQL para JSON

Extraia valores literais, confira as tabelas e exporte a tabela selecionada.

SQL para JSON

Entrada SQL INSERT

Texto para exportar

Análise local no navegador. O SQL não é executado nem enviado a um banco de dados.

Opções

Somente inteiros seguros viram números JSON. Outros literais numéricos ficam como texto; CSV preserva a escrita numérica.

Colunas explícitas e VALUES literais, nomes comparados exatamente. MySQL interpreta barras invertidas; PostgreSQL/SQLite as preservam.

Máx. 200000 unidades UTF-16 · 500 instruções · 100 tabelas · 100 colunas/tabela · 5000 linhas · 100000 células. A saída tem limite de 2000000 unidades UTF-16 para conter a repetição de chaves longas.

Digite INSERT ou carregue o exemplo.

SQL para JSON ajuda a reaproveitar um script de carga inicial como dados de teste de uma API. Mantenha a lista de colunas no INSERT: os nomes viram chaves dos objetos e permitem mapear os valores mesmo quando outra instrução muda a ordem das colunas.

Por que usar SQL para JSON?

Tabelas diferentes continuam separadas

SQL para JSON reúne apenas as linhas do mesmo identificador de tabela. Pedidos não recebem os cabeçalhos de uma tabela de pessoas. Escolha a tabela a conferir e exportar; um caminho com esquema fica separado de um nome entre aspas que contém um ponto.

Dois grupos de linhas coloridas entram em tabelas separadas e apenas uma é selecionada para exportação.

Sem alterar dígitos em silêncio

O último dígito de um identificador grande precisa chegar intacto ao teste. Inteiros seguros viram números; os demais inteiros, decimais e expoentes ficam como texto. Uma chamada de função interrompe a conversão com sua posição, sem virar um pedaço de texto inventado.

Valores literais chegam completos à tabela, enquanto uma expressão para em um aviso.

Confira estes pontos antes de exportar

01

Selecione as regras de texto

PostgreSQL e SQLite preservam barras invertidas em strings comuns. MySQL interpreta as sequências de escape aceitas. O modo do servidor não é detectado: confira a seleção ao trabalhar com caminhos ou quebras de linha representadas por escapes.

02

Veja qual tabela está ativa

O status conta as instruções e tabelas da entrada inteira e informa as linhas e colunas da tabela selecionada. A grade mostra 50 linhas por vez. Copiar e baixar incluem todas as linhas dessa tabela, mesmo as que ainda não aparecem na tela.

03

Atualize depois de mudar as opções

A conversão automática aguarda 350 ms após a última alteração. Desative-a para usar o botão ou Ctrl/Cmd + Enter. Qualquer mudança bloqueia a exportação imediatamente; se houver erro, o resultado anterior continua visível, mas não pode ser exportado.

Colunas e valores com correspondência clara

Mapeamento pelo nome da coluna

Ao converter SQL para JSON, cada coluna explícita vira uma chave. Instruções seguintes podem listar as mesmas colunas em outra ordem: os valores voltam à ordem da primeira instrução. Colunas repetidas ou conjuntos diferentes causam erro, sem sobrescrever campos ou completar lacunas com NULL presumido.

Pontuação dentro de strings

O analisador acompanha os limites das aspas, em vez de dividir tudo nas vírgulas. Apóstrofos duplicados, parênteses, ponto e vírgula e quebras de linha continuam dentro do valor. Comentários comuns são ignorados; comentários sem fechamento geram erro com localização.

Saída conforme o próximo uso

SQL para CSV gera cabeçalho, campos separados por vírgula e linhas CRLF. Aspas duplas internas são duplicadas conforme as regras CSV. NULL vira campo vazio; JSON mantém a diferença entre null e string vazia e conserva booleanos quando o consumidor precisa desses tipos.

Texto exportado visível antes de baixar

O painel mostra exatamente o conteúdo usado na cópia e no arquivo. A proteção CSV acrescenta um apóstrofo a textos e cabeçalhos com prefixo de fórmula e informa a quantidade afetada. Valores numéricos negativos e JSON não mudam. Desativar a opção recupera os textos originais.

O que é aceito e o que interrompe a conversão

Somente VALUES literais
Use INSERT INTO com lista explícita de colunas e ponto e vírgula entre instruções. Funções, cálculos, casts, DEFAULT, parâmetros, INSERT SELECT, conflitos, RETURNING, DDL e transações são recusados. Não há conexão ou execução no banco, nem exportação parcial se uma instrução falhar.
Um subconjunto de três dialetos
PostgreSQL, MySQL e SQLite controlam apenas as regras documentadas de aspas e strings. Os nomes são comparados como extraídos, sem inferir collation, conversão de caixa ou tipos do esquema. Colunas ausentes, binários, dollar quoting, prefixos E/N/U& e comentários aninhados ou executáveis ficam de fora.
Preservação de números e datas
Inteiros fora de ±9007199254740991, todos os decimais, expoentes e zero negativo tornam-se strings JSON. CSV mantém a grafia do token numérico. Datas entre aspas não são normalizadas, e strings com aparência de JSON não são abertas como objetos aninhados.
Limites sem cortar a saída
Até 200000 unidades UTF-16, 500 instruções, 100 tabelas, 100 colunas por tabela, 5000 linhas e 100000 células no total. Ultrapassar um limite rejeita o lote inteiro. Upload de arquivos, busca por URL, edição de células e pacotes com várias tabelas não estão disponíveis. A saída tem limite de 2000000 unidades UTF-16 para conter a repetição de chaves longas.
CSV não carrega os tipos do banco
CSV não diferencia com segurança NULL de string vazia. A proteção de fórmulas altera o texto CSV e não garante o comportamento de todas as planilhas ou de um arquivo salvo novamente. Importe como texto e confira o aplicativo de destino quando essa interpretação for importante.

Dúvidas sobre SQL para JSON

Como converter SQL INSERT em JSON?

Cole instruções com nomes de colunas e selecione o dialeto. A análise automática monta as tabelas; escolha a desejada e confira as linhas antes de copiar ou baixar. Resultados de SELECT em texto e dumps completos com CREATE TABLE não são entradas aceitas.

O que acontece com os cabeçalhos das colunas?

Os nomes explícitos do INSERT viram as chaves dos objetos JSON e os cabeçalhos CSV. A ordem da primeira instrução da tabela é mantida. Se outra instrução tiver as mesmas colunas em ordem diferente, os valores são remapeados pelos nomes.

Existe um limite de tamanho?

Sim. Há um limite de 200000 unidades UTF-16, além de limites separados para instruções, tabelas, colunas, linhas e células. A conversão falha por inteiro quando algum é excedido. Mostrar apenas 50 linhas inicialmente não limita o arquivo de uma tabela válida.

Funciona no celular e em navegadores diferentes?

A interface usa recursos de navegadores modernos. Em telas estreitas, entrada e saída ficam empilhadas, e tabelas largas rolam dentro do painel. A exportação inclui também linhas fora da área visível. Para revisar lotes maiores, uma tela ampla facilita a conferência.

Como NULL, datas e booleanos são tratados?

NULL vira null e TRUE/FALSE viram booleanos. Os números 0 e 1 continuam números, sem inferência pelo esquema. Datas entre aspas mantêm a grafia. Decimais e inteiros grandes ficam como strings para evitar arredondamento ou perda de dígitos.

Um literal aceito foi interpretado incorretamente?

Reaproveite os dados de um script

Comece com um INSERT representativo no SQL para JSON. Confira as strings, a tabela selecionada e a contagem de números preservados antes de exportar o lote completo.