Preparar cabeçalho e array
CSV precisa de nomes na primeira linha. JSON deve ser um array de objetos mesmo com um único registro. A troca de formato não reescreve o conteúdo.
- Aplicar um exemplo também redefine opções e mapeamentos.
Ferramentas de banco de dados e SQL
Prepare INSERT para uma tabela existente e confira o destino de cada campo.
Os dados ficam neste navegador, sem upload nem conexão com banco de dados.
Um único identificador de até 63 bytes UTF-8. O ponto faz parte do nome, sem separar um esquema.
Todas as colunas entram na ordem em que aparecem. Renomear altera somente o destino, sem editar a entrada.
idnameactivenoteLimites: 1000 linhas, 100 colunas, 50.000 células, 500.000 caracteres de entrada e 2.000.000 de saída.
Resultado desatualizado. Gere novamente antes de exportar.
JSON para SQL ajuda a transformar respostas de API em pequenos conjuntos de dados para testes. Um código entre aspas continua sendo texto, mesmo quando contém apenas números.
O exemplo traz apóstrofo, Unicode, booleano e valor ausente. Confira a representação desses casos antes de ajustar os nomes ao seu banco.
Confira o mapeamento antes de organizar os lotes.
JSON para SQL reúne as chaves na ordem em que aparecem pela primeira vez. Cada coluna de destino tem nome e tipo editáveis. Uma chave ausente gera NULL na posição correta, sem deslocar os outros campos.
Um lote de uma linha produz um comando por registro. Lotes maiores reúnem várias tuplas VALUES. Os totais de linhas e comandos permitem conferir como a saída foi agrupada.
CSV precisa de nomes na primeira linha. JSON deve ser um array de objetos mesmo com um único registro. A troca de formato não reescreve o conteúdo.
O modo automático preserva strings JSON. Em CSV, reconhece apenas decimais estritos e true/false; 007, datas e a palavra NULL continuam como texto.
A conversão automática espera 350 ms após uma alteração. Qualquer edição bloqueia imediatamente a exportação do resultado anterior.
PostgreSQL usa strings E, e SQL Server usa strings Unicode N. No MySQL, valores com barras invertidas ou caracteres de controle viram literais hexadecimais UTF-8, sem depender do modo de escape da conexão.
Este conversor JSON mantém os tokens numéricos originais, incluindo inteiros grandes e decimais longos. O tipo número valida a sintaxe sem converter para ponto flutuante JavaScript. A precisão e a faixa efetivamente armazenadas dependem da coluna do banco.
Células CSV vazias podem virar NULL ou strings vazias. JSON null e chaves ausentes sempre viram NULL. Os comandos INSERT agrupam de 1 a 1000 linhas; marcadores de transação podem envolver o script inteiro.
Use um array de objetos planos, escolha o dialeto e informe a tabela existente. JSON para SQL reúne as chaves, permite ajustar os nomes de destino e gera comandos INSERT com os valores correspondentes. Confira tipos e restrições antes de levar o arquivo ao banco.
O modo automático mantém strings, números, booleanos e null do JSON. No CSV, apenas números decimais estritos e true/false são inferidos. Você pode impor texto, número ou booleano por coluna; um valor incompatível impede a geração completa.
Mudam as aspas dos identificadores, os literais de texto, os booleanos e os marcadores de transação. Há PostgreSQL, MySQL, SQLite e SQL Server. A ferramenta não consulta o servidor para validar versão, configuração ou esquema.
A lista de colunas é a união das chaves na ordem em que aparecem. Quando um objeto não tem uma chave, a posição correspondente recebe NULL. O valor JSON null também gera NULL, enquanto uma string vazia permanece vazia.
Ele está pronto para revisão, não para execução automática. A tabela deve existir e os tipos, limites, chaves e demais restrições precisam aceitar os valores. A opção de transação apenas acrescenta comandos; o suporte a rollback depende do banco e do mecanismo usado.
Encontrou um problema de formatação?
Use JSON para SQL com algumas linhas representativas, confira o mapeamento e copie ou baixe o script completo.