Juntar os recursos relevantes
Separe Ingress e Service com --- e acrescente Deployment ou Pod se quiser conferir labels. Um Service homônimo em outro namespace não resolve o backend.
Kubernetes / Helm
Cole YAML já renderizado e confira uma requisição com Host e caminho específicos.
Cole manifestos ou carregue um exemplo.
Análise local no navegador; sem cluster ou requisição HTTP.
Exact e Prefix seguem Kubernetes; regras do controlador não são simuladas.
Limites: 300.000 caracteres, 100 recursos, 500 caminhos.
Cole manifestos ou carregue um exemplo.
Uma regra de Ingress pode casar com o caminho e ainda apontar para uma porta que o Service não expõe. Testar rotas do Ingress ajuda a localizar esse desvio em uma requisição concreta.
O relatório usa apenas os manifestos colados. Ele não acessa o cluster nem envia HTTP, portanto diferencia falha comprovada de informação que depende do ambiente ativo.
Ao testar rotas do Ingress, a regra de caminho mais longo vence e Exact desempata com Prefix. Em seguida, o relatório mostra como port do Service vira targetPort.
Uma porta inexistente no Service é um elo quebrado verificável. Se nenhum Pod foi colado, a carga fica desconhecida; isso não significa que esteja fora do ar.
Separe Ingress e Service com --- e acrescente Deployment ou Pod se quiser conferir labels. Um Service homônimo em outro namespace não resolve o backend.
O caminho padrão é /. Experimente /api/orders e preencha o Host HTTP quando a regra o definir. Host vazio só testa regras sem host.
Correspondência é uma conclusão estática. Quebra aponta referência ausente; incerto indica controle do IngressClass. Depois de editar, execute novamente antes de copiar.
Testar rotas do Ingress cobre Exact, Prefix por segmento, Host exato e curinga de um subdomínio. /api não casa com /apix. O roteamento Ingress Kubernetes é avaliado apenas pelas regras padrão.
O backend do Ingress busca a porta ou nome da porta do Service. Só depois o Service aponta para targetPort; se omitido, vale o próprio port.
Com Pods ou modelos Deployment, o selector do Service é comparado às labels. Sem esses recursos, nenhum endpoint ativo é presumido.
Host ou caminho diferentes, backend padrão, rewrite e o próprio aplicativo podem gerar 404. Veja a rota estática aqui e confira logs e resposta real para localizar a origem.
O backend aponta para port ou nome da porta do Service. O Service encaminha essa porta para targetPort; usar diretamente a porta do Pod pode deixar uma referência inexistente.
Não. Prefix /foo casa com /foo e /foo/bar, mas não com /foobar. A comparação também diferencia maiúsculas e minúsculas.
Vence o caminho correspondente mais longo. No empate, Exact tem prioridade sobre Prefix; regras equivalentes em Ingress distintos ficam marcadas como conflito.
Não. O manifesto não confirma Pod Ready, EndpointSlices, DNS, balanceador ou conectividade do cluster.
Restou alguma dúvida sobre a rota?
Mude Host e caminho do exemplo para conferir a porta selecionada.
A análise fica no navegador.